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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Sexta-feira de Holanda

Um brinde
ao limite dos descontrolados.
Aplausos
quando sobe em cima da mesa.
Tereza
liga para delegacia.
Aflita
Deve ser coisa importante.
Farsante
Sussurrava de madrugada.
Malhava
Frequentava a academia.
Artista
desenhava obscenidades.
Maldade
ele era tão prestativo.
Menino
parecia gente elegante.
Falante
soletrava dislexia.
Mania
de querer ser inteligente.
Valente
diz que tinha medo do escuro.
Futuro
de certo é imprevisível.
Alivio
para dores e resfriados.
Gelado
se escondia em baixo da cama.
Façanha
um dia enganou a morte.
Que sorte
disse que ia comprar cigarro.
O carro
encontraram em baixo da ponte.
A fonte
parece, havia secado.
Que sarro
O estrago é incalculável.
Afável
sempre andava tão sorridente.
Descrente
escutava Chico Buarque.
Araque
Será que casou com outra?
A louca
chorou toda desgrenhada.
Coitada
ainda o espera a noite.
Mas soube
noticias da sua chegada.
Safada
se pôs toda atraente.
Demente
surtou que ele não veio.
Receio
que ela suicidou-se.
Que doce
morreu toda balançando.
Que plano, que planto, que o canto acabou.

1 Comentários:

@loucoepolemico disse...

Parabens pelo blog, ja entrei aqui algumas vezes.
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